O candidato Presidência Augusto Cury (Avante) defendeu nesta quarta-feira (9) a adoção de uma lista tríplice para a escolha do diretor-geral da PF (Polícia Federal). Segundo ele, os próprios delegados deveriam indicar três nomes, cabendo ao presidente da República selecionar o chefe da corporação entre os escolhidos.
“Para não haver interferência na Polícia Federal, deveria haver uma lista tríplice de delegados federais, escolhidos pelos próprios delegados federais, e o presidente escolhe um a partir desta lista tríplice”, afirmou durante participação na Bienal do Livro, em São Paulo.
Para Cury, o modelo daria maior autonomia à instituição. “É muito mais justo, muito mais independente, porque a Polícia Federal é uma política de estado, não é uma política de governo, não é uma política de partido”, acrescentou.
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O escritor também afirmou estar “muito triste” com os acontecimentos envolvendo o STF (Supremo Tribunal Federal) e a PF. Na avaliação do candidato, agentes públicos eleitos ou de carreira são “empregados do contribuinte” e devem prestar contas à sociedade.
“Os Poderes são completamente separados.
