O dólar fechou cotado a R$ 5,112, alta de 0,51%. Na máxima do dia, a moeda norte-americana chegou a R$ 5,115; na mínima, a R$ 5,081.
O Ibovespa fechou em queda de 0,91% nesta 4ª feira (9.set.2026), aos 185.629,05 pontos. O volume negociado foi de R$ 17,53 bilhões. Oscilou da máxima de 187.362,44 pontos à mínima de 184.810,27 pontos.
O resultado se deu a partir da aversão ao risco causada pela reescalada das tensões no Oriente Médio, que teve como consequência a disparada do petróleo.
Eis os fatores internacionais que mexeram com o mercado:
o barril do petróleo Brent superou a marca de US$ 100, impulsionado por notícias de novos ataques no Oriente Médio, incluindo ações de rebeldes do Iêmen contra a Arábia Saudita. O movimento reacendeu temores de choque de oferta e de pressão inflacionária;
Dow Jones, S&P 500 e Nasdaq fecharam no vermelho em movimento de redução de exposição a ativos de risco e emergentes e de busca por proteção em dólar e títulos seguros;
Eis os fatores domésticos que mexeram com o mercado:
correção após as altas recentes da bolsa, com o Ibovespa ampliando perdas ao longo do dia;
dólar beneficiado pela aversão ao risco e pela dinâmica do petróleo, que costuma pressionar moedas de países emergentes quando dispara;
juros futuros avançaram, em reflexo de preocupações inflacionárias ligadas ao petróleo mais caro e ao ambiente externo tenso;
tensões envolvendo o STF (Supremo Tribunal Federal) foram citadas como fator adicional de cautela para a…
