Fachin tira Moraes da relatoria do inquérito das Fake News e assume caso
Aberto há 7 anos para investigar ataques, ameaças e notícias falsas contra o Supremo Tribunal Federal (STF), o chamado inquérito das fake news acumulou, ao longo dos anos, decisões que ampliaram o alcance da investigação e geraram controvérsias dentro e fora da Corte.
🔎O Inquérito das Fake News é uma investigação aberta pelo STF em 2019 para apurar a existência de notícias fraudulentas, falsas comunicações de crimes, denúncias caluniosas, ameaças e outros ataques contra o STF, seus ministros e familiares.
Após decisão do presidente do Supremo, Edson Fachin, desta quarta-feira (9), a relatoria do caso que estava com o ministro Alexandre de Moraes passa para ele.
Relembre as decisões que marcaram a investigação:
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Em abril de 2019, Moraes determinou a retirada do ar da reportagem "O amigo do amigo do meu pai", publicada pela revista Crusoé e reproduzida pelo site O Antagonista. A decisão gerou forte reação de entidades de imprensa e juristas, que a classificaram como censura prévia.
Dias depois, a decisão foi revogada. Até hoje, esse episódio é frequentemente citado como um dos momentos mais controversos do inquérito.
A investigação também foi usada para bloquear contas de influenciadores em redes sociais e determinar buscas, apreensões e e quebras de sigilo.
Inquérito das fake news: relembre decisões que marcaram a investigação que passa de Moraes para Fachin
