O contrato futuro do açúcar para entrega em outubro encerrou o pregão desta quarta-feira (09) com alta de 1,66%, cotado a 18,40 centavos de dólar por libra-peso.
Segundo o Barchart, a valorização acompanhou a alta de 3% do petróleo bruto, que atingiu o maior nível em três meses e duas semanas. O avanço do petróleo favorece os preços do etanol e pode estimular usinas a direcionarem mais cana-de-açúcar para a produção do biocombustível, reduzindo a oferta de açúcar no mercado.
As cotações também receberam suporte das perspectivas para a produção da Tailândia. A Thai Sugar Millers Corp. projetou que a produção do país na safra 2026/27 pode recuar 17% na comparação anual, para 10 milhões de toneladas.
O contrato futuro do cacau para entrega em dezembro encerrou o pregão com alta de 0,64%, cotado a US$ 5.951 por tonelada.
Segundo o Barchart, a valorização ocorreu após o órgão regulador da indústria cacaueira de Gana propor um aumento de 6% na remuneração dos produtores para a safra 2026/27.
A proposta favoreceu um movimento de cobertura de posições vendidas nos contratos futuros. A expectativa é de que uma remuneração maior possa levar produtores ganeses a buscar preços mais elevados para a comercialização do cacau, dando suporte às cotações no mercado futuro.
Café
Na Bolsa de Nova York, o contrato futuro do café arábica para entrega em dezembro encerrou o pregão com queda de 0,26%, cotado a US$ 2,92 por libra-peso.
