MARANHÃO - O desaparecimento dos irmãos Ágatha Isabelly, de 6 anos, e Allan Michael, de 4, completou oito meses sem uma resposta definitiva sobre o paradeiro das crianças. O caso, que começou em uma área de mata na zona rural de Bacabal, no Maranhão, mobilizou mais de mil pessoas, forças estaduais e federais, equipamentos especializados e, agora, chega a uma nova etapa com a possibilidade de cooperação internacional.
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A mãe das crianças, Clarice Cardoso, deve se reunir nesta quarta-feira (9) com representantes do Núcleo de Cooperação Internacional da Polícia Federal, em São Luís. O encontro ocorre após a Interpol oferecer apoio às buscas, segundo a advogada da família.
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A organização colocou ferramentas de cooperação internacional à disposição das autoridades brasileiras. Esses mecanismos poderão ser utilizados caso surjam elementos que indiquem que Ágatha e Allan possam estar fora do Brasil.
A entrada da Interpol, no entanto, não significa que as crianças tenham sido localizadas nem confirma a hipótese de que estejam no exterior. Também não há indícios de que os irmãos estejam entre as 163 crianças resgatadas recentemente durante uma operação nos Estados Unidos.
