O soldado da PMESP (Polícia Militar do Estado de São Paulo) Vinicius Costa Silva teve a prisão temporária mantida pela Justiça de São Paulo, nesta terça-feira (8), e segue detido no presídio militar Romão Gomes, na zona Norte de São Paulo.
O PM é suspeito de matar a própria esposa, Larissa da Cruz Morata, de 29 anos, dentro da casa onde moravam em Embu das Artes, na Grande São Paulo.
O Romão Gomes é o centro de detenção onde policiais militares que possuem algum processo correndo na Justiça Comum ou na Militar ficam recolhidos. Ele foi criado por meio de um decreto da Alesp (Assembleia Legislativa de São Paulo) assinado pelo governador Jânio Quadros em 1957.
Segundo o TJMSP (Tribunal de Justiça Militar do Estado de São Paulo), o presídio recebe agentes que aguardam julgamento, condenados a penas convertidas em prisão ou que foram submetidos a medidas de segurança detentiva.
No local, também está preso o tenente-coronel GeraldoLeite Rosa Neto, acusado pelo feminicídio da soldado e sua esposa Gisele Alves Santana.
Conhecido também como presídio do Barro Branco, ele está localizado na Invernada do Barro Branco, que também sedia outras unidades da PMESP, inclusive a instituição de ensino superior da corporação.
Funcionamento da unidade
A detenção da unidade funciona de forma independente dentro da PMESP e é submetido a um Juiz Auditor da Justiça Militar.
