A CNI (Confederação Nacional das Indústrias) pediu nesta 4ª feira (9.set.2026) “reação institucional vigorosa, de forma justa e responsável” à crise no Supremo Tribunal Federal. Segundo a CNI, “a República enfrenta um teste de integridade inédito”. Leia a íntegra da nota (PDF - 336 kB).
“As sucessivas crises que ocorrem em Brasília colocam as instituições em risco. Os recorrentes episódios podem lançar o Brasil num momento de especial gravidade, pois a confiança da população nos poderes públicos é alicerce da democracia”, diz a CNI.
Na nota, a confederação alerta “às autoridades sobre a necessidade de os próximos passos terem equilíbrio e atenção, pensando sempre no Brasil e no povo brasileiro em primeiro lugar”.
Sem citar o ministro Alexandre de Moraes, suspeito de ter mantido relações impróprias e até ajudado o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, o documento pede que “as discussões devem ser livres, públicas e transparentes, dando ampla oportunidade para os esclarecimentos devidos”.
E conclui: “Não podemos deixar que questões políticas, eleitorais ou crises institucionais travem o desenvolvimento. Não podemos, mais uma vez, perder as oportunidades de crescimento no cenário internacional”.
CRISE NO STF
A seguir, uma descrição dos 2 casos a respeito dos quais o Supremo Tribunal Federal ainda precisa tomar uma decisão:
Mendonça contra Moraes - Mendonça tirou, em 1º de setembro de 2026, o sigilo das investigações sobre o Master. Expôs mensagens que Vorcaro mandou para Moraes.
