BRASIL - Entidades empresariais divulgaram nesta quarta-feira (9) um manifesto em que cobram que o Supremo Tribunal Federal (STF) examine, em sessão pública e com urgência, fatos relacionados à crise na Corte.
O documento, chamado de “Manifesto à Nação Brasileira”, é assinado por entidades como a Confederação Nacional da Indústria (CNI), a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e a Confederação Nacional do Comércio (CNC).
No texto, as organizações afirmam que o país enfrenta uma “crise institucional de extrema gravidade” e apontam o Supremo como o centro da situação.
Manifesto cobra transparência do STF
As entidades defendem que o Plenário do STF analise os fatos em sessão pública e afirmam que a resposta da Corte deve ocorrer sem demora.
“O Supremo Tribunal Federal é o guardião da Constituição, mas guardião algum está dispensado de prestar contas”, diz o manifesto.
O documento não cita ministros nem apresenta detalhes sobre episódios específicos. As entidades afirmam que a perda de legitimidade de um tribunal pode afetar a segurança jurídica, a confiança nas instituições e a paz social.
Segundo o manifesto, a autoridade de uma Corte depende de imparcialidade, transparência e exemplo na atuação de seus integrantes.
