O Tribunal Regional Eleitoral do Paraná aprovou por 4 votos a 3 o registro da candidatura de Deltan Dallagnol (Novo) ao Senado pelo Paraná. O julgamento, realizado na 3ª feira (8.set.2026), durou cerca de 7 horas e terminou com o voto de desempate do presidente da Corte, Luciano Carrasco Falavinha Souza.
Depois da decisão, Dallagnol fez publicações no X para comemorar o resultado. Em uma delas, disse que pretende usar uma eventual cadeira no Senado para investigar Fábio Luiz Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e trabalhar pelo impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal.
“Imagina eu lá sabatinando os ministros. Imagina eu lá no Senado Federal investigando o Lulinha. Já botamos o pai na cadeia, vamos botar o filho. Imagina eu fazendo impeachment de ministro do Supremo em cima de prova, de investigação, de fato. Já botamos um presidente na cadeia, o Lula, vamos botar agora um ministro, tirar ele do cargo, fazer o impeachment constitucional de ministro”, declarou.
O ex-procurador disse que chorou durante o voto da relatora, Vanessa Jamus Marchi, que defendeu o registro da candidatura. Segundo Dallagnol, a manifestação da juíza renovou sua “esperança nos juízes”.
Ele declarou: “Eu chorei pelo contraste, porque eu olho para Brasília, vejo um monte de juiz político, um monte de gente que usa toga para fazer política, para praticar corrupção, para blindar corrupto.
