Um grupo de cerca de 3.000 entidades divulgou nesta 3ª feira (8.set.2026) um manifesto que exige que o plenário do Supremo Tribunal Federal examine em sessão pública os fatos sobre a crise na Corte e decida com urgência e “sem corporativismo”. Eis a íntegra (PDF - 834 kB).
As entidades que assinam são de todos os Estados e representam cerca de 90% do PIB (Produto Interno Bruto).
Algumas das entidades são:
CACB (Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil);
CNC (Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo);
CNI (Confederação Nacional da Indústria);
Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo);
Facesp (Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo);
FecomercioSP (Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo).
“O Brasil atravessa uma crise institucional de extrema gravidade, e o seu epicentro é, precisamente, a Corte de Justiça. O Supremo é o guardião da Constituição, mas guardião algum está dispensado de prestar contas. Quem julga a Nação há de submeter-se, com idêntico rigor, ao julgamento do Direito, da Sociedade e da História”, afirmou o manifesto.
