A Diretoria da Agência Nacional do Petróleo, Gás e Biocombustíveis (ANP) aprovou relatório com duas medidas, uma definitiva e uma provisória, para coibir a adição de etanol hidratado combustível em bebidas alcóolicas.
A solução permanente será a adição obrigatória do benzoato de denatônio ao biocombustível. Por ser uma substância extremamente amarga, ela seria detectada pelos consumidores em caso de adulteração de bebidas com etanol.
Contudo, para ser adotada, a iniciativa precisará passar por testes de viabilidade que demonstrem a ausência de impactos adversos relevantes sobre os componentes dos veículos e sobre as emissões veiculares.
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Embora já utilizado no etanol em diversas aplicações (tais como produtos de higiene e limpeza), exatamente para diferenciá-lo de bebidas alcóolicas, não há precedentes de uso do benzoato para aplicação em motores.
Por conta da necessidade de realização desses estudos mecânicos, a ANP reforça que, no momento, não é possível estabelecer prazo para a adoção da medida definitiva.
Assim, a Agência propõs como solução provisória a adição obrigatória de corante verde, a ser adicionado ao etanol hidratado combustível nas usinas.
