O senador Flávio Bolsonaro (PL) protocolou nesta 3ª feira (8.set.2026) no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) uma ação contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o vice-presidente, Geraldo Alckmin (PSB). O pedido é pela cassação do registro e inelegibilidade da chapa presidencial.
Junto a Lula e ao vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB), também foram incluídos na ação a primeira-dama Janja, o ex-presidente da Embratur Marcelo Freixo e o prefeito de Niterói, Rodrigo Neves (PDT).
O alvo é o desfile da Acadêmicos de Niterói, que homenageou Lula no Carnaval deste ano, em 15 de fevereiro, com um enredo sobre a vida dele. A advogada de Flávio, Maria Claudia Bucchianeri, chama o caso de “o maior caso de uso da máquina pública em favor de uma candidatura presidencial já visto na história democrática do Brasil”.
O processo ficou com o ministro Antonio Carlos Ferreira, corregedor-geral eleitoral, e deve tramitar junto com outra ação parecida, movida antes pelo Partido Novo sobre o mesmo desfile.
O QUE DIZ O DOCUMENTO
A ação movida pela equipe de Flávio afirma que o desfile da escola de samba misturou 3 coisas proibidas em ano eleitoral: dinheiro público, uso da estrutura do governo para ajudar a escola e uma ampla exposição na televisão a favor de Lula.
Sobre o os recursos, a campanha de Flávio afirma que pelo menos R$ 9,65 milhões de dinheiro público foram usados no desfile.
