MARANHÃO - A Interpol entrou em contato com a advogada Nathaly Moraes, que representa Clarice Cardoso, mãe dos irmãos Allan e Ágatha, desaparecidos em Bacabal, no Maranhão, e colocou suas ferramentas de cooperação internacional à disposição para auxiliar na investigação.
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Segundo a advogada, o apoio representa um novo avanço no caso, principalmente diante da possibilidade de investigação envolvendo tráfico humano, identificação internacional e eventual repatriação das crianças, caso elas sejam localizadas em outro país.
Apesar da movimentação, ainda não existe confirmação de que Allan e Ágatha estejam entre as 163 crianças resgatadas recentemente nos Estados Unidos durante uma operação das autoridades americanas. A informação divulgada por páginas nas redes sociais sobre uma possível identificação dos irmãos não foi confirmada oficialmente.
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Interação com a Polícia Federal e a Interpol
De acordo com Nathaly Moraes, inicialmente a defesa havia solicitado que a investigação fosse encaminhada da Polícia Civil para a Polícia Federal, devido à possibilidade de envolvimento internacional.
Segundo ela, naquele primeiro momento, a Polícia Federal informou que não havia elementos suficientes que apontassem para tráfico humano e que, por isso, não seria possível assumir o caso.
