Onze diretores da Polícia Federal (PF) colocaram seus cargos à disposição em reação ao afastamento preventivo do diretor-geral da corporação, Andrei Rodrigues, e do diretor de Inteligência, Leandro Almada.
A manifestação amplia a crise interna aberta depois de o ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), afastar Andrei e Almada em meio às suspeitas que envolvem a produção de relatórios de inteligência sobre o magistrado.
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Em nota conjunta, a cúpula da Polícia Federal manifestou “total apoio” a Andrei Rodrigues e Leandro Almada, classificando como “injustificados” os supostos “ataques sofridos” pela corporação.
“Narrativas marcadamente influenciadas por interesses político-eleitorais não têm o poder de apagar a história, a reputação e a trajetória profissional de quem quer que seja”, argumentaram. “Para que fique absolutamente claro, repudiamos toda e qualquer tentativa de imputar a eles ou à Polícia Federal uma atuação não republicana. Tais acusações, desprovidas de fundamento, afrontam a história, a credibilidade e o compromisso institucional que sempre pautaram suas condutas.”
O grupo afirmou ainda que a manifestação tem como objetivo defender a corporação de “ataques e tentativas de usurpação de funções”.
