O Netskope Threat Labs identificou nova variante do Python NodeStealer que ampliou a coleta de informações do Facebook e passou a reunir dados sobre os responsáveis pela administração das contas. O malware também registra as teclas digitadas, monitora a área de transferência e faz capturas de tela.
As informações roubadas são enviadas por meio de dois bots do Telegram. Um deles recebe credenciais, senhas e cookies armazenados nos navegadores, enquanto o outro concentra os dados extraídos do Facebook.
A ameaça também procura senhas de redes Wi-Fi, arquivos armazenados na pasta de imagens e informações guardadas em outros dois navegadores.
Com a ampliação dessas capacidades, o NodeStealer passou a apresentar características de spyware, categoria de programa malicioso capaz de monitorar atividades realizadas em um dispositivo e coletar informações sem o conhecimento do usuário.
Malware amplia acesso ao Facebook
A nova variante também aumentou o acesso à Graph API do Facebook.
