O Brasil deve ser mais pressionado no comércio internacional de alimentos à medida que ampliar a liderança na produção global, segundo o secretário de Defesa Agropecuária do Mapa (Ministério da Agricultura e Pecuária), Carlos Goulart.
Em entrevista exclusiva ao CNN Agro News, nesta terça-feira (8), Goulart afirmou que o ambiente internacional ficou mais fragmentado e hostil depois da pandemia, mas, ponderou, o Brasil necessita estar preparado para enfrentar novas barreiras técnicas e sanitárias.
“O Brasil ao assumir a liderança dessa produção de alimentos será ainda mais atacado sobre essa questão [técnica]. Isso é um fato. O Brasil sempre vivenciou, como defesa agropecuária, o vencimento de barreiras técnicas. Essa não é uma novidade para nós. Mas é verdade que, pós pandemia, o ambiente internacional tem ficado mais fragmentado e mais hostil a esses processos”, disse.
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Para ele, as exigências sobre antimicrobianos adicionaram uma nova etapa de pressão sobre a produção brasileira e, no caso da UE (União Europeia), ultrapassaram a questão técnica.
“De fato, nos antimicrobianos foi uma questão que superou em muito a questão técnica. Tivemos a auditoria da União Europeia, que se encerrou na última sexta-feira (4).
