O governo Trump impôs nesta terça-feira (8) sanções a elementos adicionais da indústria de aviação do Irã. As restrições atingem 36 empresas companhias aéreas comerciais e privadas, bem como prestadores de serviços de carga estrangeiros em sua nova tentativa de isolar Teerã de seus parceiros comerciais restantes.
As últimas ações fazem parte da campanha “Operação Pária Econômico”, que tem como objetivo cortar “linhas financeiras críticas” para o já fortemente sancionado governo iraniano. As novas penalidades visam os aspectos restantes do combalido ecossistema de aviação de Teerã, que Washington sancionou por anos.
“Que isso sirva de aviso para qualquer um que faça negócios com as companhias aéreas restantes do Irã, todas as quais sancionamos hoje: você corre o risco de ser cortado do sistema financeiro global”, disse o secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, em um comunicado à imprensa.
Segundo os americanos, as sanções buscam impedir a República Islâmica de usar seu setor de aviação para mover armas, pessoal e carga ilícita. As medidas sujeitarão empresas e governos estrangeiros que façam negócios com as entidades, incluindo o congelamento de quaisquer ativos que possam ter em jurisdições dos EUA.
O governo também afirmou que entidades privadas baseadas na Turquia, Emirados Árabes Unidos, Casaquistão e Malásia forneceram peças e serviços de logística para a Mahan Air do Irã.
