O senador Sergio Moro, candidato do PL ao governo do Paraná, defendeu a decisão do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), de afastar preventivamente o diretor-geral da Polícia Federal (PF), Andrei Rodrigues.
Além de Andrei, Mendonça também determinou o afastamento do diretor de Inteligência Policial da PF, Leandro Almada da Costa. O ministro do Supremo ainda pediu à Corregedoria da PF a abertura de investigação sobre a produção de relatórios de inteligência que supostamente visavam ao monitoramento de autoridades.
+ Entenda o que é Política em Oeste
Depois da decisão de Mendonça, a Segunda Turma do STF formou maioria para referendar o afastamento de Andrei. O decano da Corte, Gilmar Mendes, pediu vista do processo (mais tempo para análise), o que suspendeu o julgamento no plenário virtual. Mesmo assim, os efeitos da decisão continuam valendo e Andrei segue afastado.
“Semana passada já havia me manifestado. Todo apoio ao ministro André Mendonça. O diretor Andrei Rodrigues não tem condições de permanecer no comando da Polícia Federal”, escreveu Moro em sua conta na rede social X. “Se Lula se omite, as demais instituições têm que agir”, completou o senador.
Na semana passada, quando vieram à tona menções a Andrei Rodrigues em mensagens do ex-banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, ao ministro Alexandre de Moraes, do STF, Moro já havia defendido a saída do diretor-geral da PF do cargo.
