André Mendonça e Andrei Rodrigues
Gustavo Moreno/STF e Andressa Anholete/Agência Senado
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça determinou o afastamento preventivo nesta terça-feira (8) do diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, e do diretor de Inteligência da corporação, Leandro Almada.
Mendonça embasou a decisão no que chamou de "monitoramento ilícito" de ministros do STF feito pela PF. O ministro cita seis relatórios de inteligência elaborados entre 3 e 31 de agosto de 2026.
O caso, que é mais um desdobramento da crise no Supremo, repercutiu entre os candidatos à Presidência da República.
Sadi: AGU contestará afastamento de Andrei
Até o momento, comentaram o assunto Flávio Bolsonaro (PL), Renan Santos (Missão), Ronaldo Caiado (PSD) e Romeu Zema (Novo). Os quatro fazem oposição ao presidente Lula (PT), que tenta a reeleição.
Confira o que disseram os presidenciáveis:
Flávio Bolsonaro (PL)
Pelas redes sociais, o senador do PL afirmou que o "grupo especial de Lula na Polícia Federal [foi] destacado oficialmente". Flávio ainda chamou o chefe da PF de "companheiro, camarada, amigo, irmão, brother, cupincha, parça, aliado, preposto, indicado, pau-mandado" do atual presidente.
"Que a honrosa e gloriosa Polícia Federal volte a ter autonomia para ir atrás de bandidos, e não de adversários políticos de Lula", disse Flávio.
Veja o que os candidatos à Presidência disseram sobre a decisão de Mendonça de afastar cúpula da PF
