O tema que tem agitado os cinéfilos, intelectuais e poetas, no momento, é o insuperável poema Odisseia, de Homero. Tudo em razão do filme A Odisseia, em exibição nos principais cinemas do país, e que tem como diretor Christopher Nolan, reunindo um elenco com os nomes de Matt Damon, Tom Holland e Anne Hathaway.
O enredo, como é do conhecimento geral, trata das aventuras do herói grego Odisseu (também conhecido como Ulisses), em sua volta para Ítaca, após a guerra de Tróia, na qual se celebrizou pela sua atuação.
O desenrolar do longa dura mais de três horas, com a curiosa capacidade de prender o público atento até o fim, sem perceber a passagem do tempo.
De tantas sugestões que o filme de Christopher Nolan propõe para debate, destaco o tema da volta para Ítaca, alheio aos perigos encontrados pelo herói.
Todos os percalços enfrentados por Odisseu eram vencidos pela disposição que o animava de voltar para sua terra, onde era o rei, de voltar para sua mulher, Penélope, e para seu filho, Telêmaco. Isso faz lembrar aquele dito de que não se comparam todas as coisas do mundo com o batente de sua casa.
O poeta grego Konstantinos Kaváfis tem um poema intitulado Ítaca, que começa exaltando a trajetória de Odisseu.
