O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça determinou nesta terça-feira (8) os afastamentos preventivos de Andrei Rodrigues, do cargo de diretor-geral da Polícia Federal, e de Leandro Almada, da Diretoria de Inteligência do órgão.
A decisão também ordenou a abertura de procedimentos investigatórios na Corregedoria da PF e a suspensão da produção de relatórios da PF sobre atos de magistrados, advogados públicos e policiais federais.
Nesta reportagem, o g1 relembra a sucessão de fatos que levaram à decisão de Mendonça e os principais argumentos utilizados pelo ministro para afastar os dois delegados da PF de suas funções. E também projeta os próximos passos do caso (clique no link para seguir ao conteúdo).
Sucessão de fatos
Argumentos de Mendonça
Próximos passos
Mendonça determina afastamento de diretor-geral da PF
Etapas que levaram à decisão
Mais um episódio da crise institucional que se instalou em Brasília, a medida cautelar é o mais recente desdobramento de uma sucessão de acontecimentos nos primeiros dias deste mês de setembro:
2 de setembro - o Novo apresenta ao STF um pedido de providências para preservar investigações em curso, sugerindo a avaliação do afastamento cautelar de Andrei Rodrigues. O partido se baseou em mensagens extraídas do celular de Daniel Vorcaro, nas quais constavam menções a "Andrei". O sigilo dessas mensagens, que também envolvem Alexandre de Moraes, foi retirado por Mendonça no dia 1º de setembro.
Diretor da PF afastado: veja os principais argumentos de Mendonça na decisão contra Andrei Rodrigues
