O senador Carlos Viana (PSD-MG) pediu a prisão preventiva do diretor-geral da Polícia Federal (PF), Andrei Rodrigues, depois de o ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinar o afastamento do delegado do comando da corporação.
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Viana protocolou a representação para pedir “apuração criminal imediata e prisão preventiva, presentes os requisitos legais”. A ofensiva ocorreu nesta terça-feira, 8, depois de Mendonça afirmar ter identificado um “monitoramento sistemático e ilegal” realizado pela estrutura de inteligência da PF sobre sua atuação.
“Quero saber quem deu a ordem, quem executou, quem recebeu os relatórios e para que foram utilizados”, afirmou Viana.
O senador sustentou que o afastamento determinado pelo Supremo não seria suficiente para esclarecer a cadeia de responsabilidades pela produção e circulação dos documentos.
“Se a estrutura de inteligência da Polícia Federal foi usada ilegalmente, afastamento não encerra o caso. É preciso chegar aos responsáveis”, disse. “Ninguém está acima da lei. Nem quem tem o poder de investigar.”
Mendonça afasta Andrei Rodrigues
Mendonça determinou nesta terça-feira o afastamento preventivo de Andrei e do diretor de Inteligência Policial da PF, Leandro Almada da Costa.
