Depois de anos acostumado a smartwatches “tradicionais”, colocar o Polar Street X no pulso me causou um certo estranhamento. São cinco botões físicos, ícones que parecem de um relógio “genérico”, menus sem uma boa organização e uma lógica de navegação que demora para entrar na cabeça.
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Mesmo depois de vários dias de uso, ainda me peguei procurando funções que sabia que estavam em algum lugar do relógio. Algumas vezes, precisei simplesmente explorar os menus até encontrá-las.
Só que basta começar uma corrida para o Street X mostrar uma face completamente diferente. As informações importantes ficam claras, os números passam bastante confiança e, ao terminar o exercício, há uma quantidade enorme de dados úteis à disposição.
Foi essa contradição que mais me chamou a atenção durante os testes: como um relógio tão bom para monitorar atividades físicas pode ter uma interface tão complicada?
Talvez a resposta esteja na sua proposta. Depois de usá-lo, passei a enxergar o Polar Street X muito mais como um fitness tracker extremamente avançado que também funciona como smartwatch do que como uma alternativa ao Galaxy Watch ou Apple Watch.
Na hora do exercício, tudo muda
Usei o Street X principalmente em caminhadas, e foi justamente nessas situações que mais gostei do relógio.
