A data que comemora os 204 anos de Independência do Brasil foi utilizado como mote para diversos atos da direita ao redor do país. Com candidatos ocupando a Avenida Paulista e o Obelisco do Ibirapuera em São Paulo, na Praça da Liberdade, em Belo Horizonte, e atos em Goiás e no Rio de Janeiro.
Na Avenida Paulista, o candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL), junto com aliados, se reuniu em frente ao Parque Trianon para entoar mensagens contra o presidente Lula (PT) e o ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal).
Discursaram no mesmo palanque de Flávio: o governador de São Paulo Tarcísio de Freitas (Republicanos), o prefeito da capital paulista Ricardo Nunes, os candidatos ao Senado Gustavo Gayer (PL), Guilherme Derrite (PP) e André do Prado (PL), o pastor Silas Malafaia, o vice de sua chapa Alfredo Gaspar (PL) além de Daniella Marques, coordenadora de economia da campanha.
Em seu discurso, Flávio afirmou que o judiciário precisa de proteção e que o “consórcio de Lula com Moraes vai acabar”,
“Temos que proteger o STF de Alexandre de Moraes, o STF não é Alexandre de Moraes, o Judiciário não é Alexandre de Moraes”, disse após defender que “quem vota em Lula está votando em Alexandre de Moraes”.
O argumento do voto também foi usado pelo vice de sua chapa, Alfredo Gaspar. “Nós temos duas faces da mesma moeda, lula e moraes. Não existe Lula sem Moraes e não existe Moraes sem Lula. O Brasil vai enxotar Lula e Moraes”, defendeu.
