O estado de São Paulo registrou, desde o início de 2026, 58.683 casos confirmados de dengue, com ao menos 42 mortes pela doença. Comparados ao ano de 2025, os números passaram por uma redução significativa já que, até julho de 2025, os casos no território paulista passavam de 808 mil.
Apesar de 42 mortes terem sido confirmadas até o momento, esse número ainda pode crescer, já que outras 30 estão sob investigação.
Entre os casos confirmados de dengue em todo o estado, 57.402 foram classificados como casos de dengue, 1.180 como de dengue com sinais de alarme e 101 como dengue grave.
O quadro com sinais de alarme inclui: vômito, dor abdominal, sangramento de mucosas e outros sintomas.
Dengue grave: ocorre quando há choque ou desconforto respiratório, sangramento grave ou comprometimento severo de órgãos.
No estado, Taubaté é o município com maior quantidade de mortes decorrentes da doença: sete pacientes com idade entre 10 anos e 79 anos e quatro com mais de 80 anos.
Nesse período, mais de 297 mil suspeitas da doença foram descartadas e 7.256 estão sendo analisadas com exames ou com critérios clínico-epidemiológicos pendentes.
A Secretaria Estadual de Saúde afirma que deve acompanhar de forma initerrupta o intervalo de outubro a maio, epóca em que há mais transmissões. A pasta destaca ainda o lançamento do Plano Estadual de Preparação e Resposta em Saúde para o Fenômeno El Niño, que adapta ações diante do provável aumento no número de casos de dengue.
