Para quem acompanha o VCT Americas pela transmissão, a partida acontece entre dez jogadores dentro do servidor. Nos bastidores da etapa realizada em São Paulo, porém, a operação envolve mais de 400 profissionais, dezenas de câmeras, toneladas de equipamentos e uma infraestrutura que conecta o Brasil a centros de transmissão em diferentes partes do mundo.
Durante um painel realizado no evento, representantes da Riot Games detalharam como funciona a produção do campeonato e explicaram por que São Paulo foi escolhida para receber a etapa. Entre os participantes estava Fernando Birsto, Product Manager de VALORANT no Brasil, responsável por áreas como publishing, campanhas e esports, e Fernando Svevo, diretor de produção das Américas responsável pelo broadcast e tecnologias do evento.
Segundo a Riot, mais de 100 profissionais das operações do Brasil, Estados Unidos e América Latina participam diretamente da produção, que envolve mais de 30 câmeras, 15 caminhões e 10 toneladas de equipamentos.
Planejamento começou há cerca de um ano
Trazer o VCT Americas para São Paulo exigiu aproximadamente um ano de planejamento, com visitas técnicas realizadas desde dezembro.
A escolha passa por uma sequência de decisões que começa no calendário global, segue pela definição do país e da cidade e termina na disponibilidade de um espaço capaz de comportar as necessidades técnicas da competição.
