Não existe coisa mais linda do que uma partida de futebol. O esporte inventado na Inglaterra, mas revolucionado e dominado por nós, brasileiros, tornou-se parte da nossa identidade e cultura. Não é de se estranhar que Captain Tsubasa (ou Super Campeões, no Brasil) tenha sido um sucesso estrondoso por aqui, rivalizando em popularidade com outros clássicos dos anos 90. O anime, que também desempenhou um papel fundamental no desenvolvimento do futebol japonês, recebeu diversos jogos ao longo dos anos, de gachas a títulos no estilo TCG, sendo sua última grande entrada o ótimo Captain Tsubasa: Rise of New Champions.
Seis anos após o lançamento do título que mistura futebol com ação e os clássicos movimentos mirabolantes da franquia, como o surreal Skylab Hurricane dos irmãos Tachibana, temos a aguardada sequência: Captain Tsubasa 2: World Fighters. O jogo dá continuidade à história contada no primeiro título e recria o arco do Mundial Sub-19, com Tsubasa, agora jogando no São Paulo, reencontrando seus companheiros japoneses em mais uma jornada rumo à glória. Mas será que World Fighters faz jus à qualidade do primeiro game e à importância desse arco na história da série? Confira nossa análise a seguir.
Dentro das quatro linhas
Quando analisamos Captain Tsubasa, dois aspectos são fundamentais para determinar a qualidade do jogo: a jogabilidade e os modos de jogo.
