Um alerta de ataque aéreo estava em vigor em Kiev enquanto a Rússia lançava mais uma onda de drones a jato contra a Ucrânia, incluindo a capital.
Na Maternidade Municipal nº 2 de Kiev, Yuliia Ishchuk, de 26 anos, dava à luz enquanto, na tela de um celular, brilhava um mapa mostrando alertas de ataque aéreo ativos em toda a capital e na região metropolitana.
Seu marido, o militar Vitalii Ishchuk, de 30 anos, permaneceu ao seu lado durante todo o parto.
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Minutos depois, enquanto Yuliia ninava o recém-nascido, ele mal conseguia conter a emoção.
“Normalmente, sou uma pessoa de sangue-frio. Mas, agora, mal consigo me controlar”, disse ele.
Ishchuk relembrou a noite recente em que o casal percebeu que o bebê estava prestes a nascer.
“Às três da manhã, a bolsa estourou, mas não tínhamos feito as malas e nada estava pronto”, contou o marido.
Kiev estava sob ataque, como tem ocorrido quase sem interrupção desde 27 de agosto, quando a Rússia intensificou significativamente sua campanha de bombardeios.
Os médicos do hospital correram um risco calculado ao realizar o parto enquanto os céus sobre a cidade estavam sob ameaça.
O mesmo aconteceu com Alyona Bohatyrenko, que também deu à luz no local na última quarta-feira (2).
