Depois de 60 fotos com a Instax WIDE 400, eu finalmente entendi o que me faltava nas câmeras instantâneas que havia testado antes: espaço para fotografar além do rosto de uma ou duas pessoas. O filme maior mudou a forma como eu enquadrava as cenas, deixou grupos e fundos respirarem no quadro e me fez experimentar muito mais do que eu costumava fazer com uma Instax Mini.
Ao longo dessas 60 exposições, tive uma experiência muito boa e consegui guardar várias capturas excelentes, mas também tirei fotos claras ou escuras demais. Senti falta de controles de exposição e vi de perto o principal problema desse hobby: cada erro custa dinheiro. Ainda assim, foi a primeira Instax que me deixou com vontade de continuar fotografando depois que o teste acabou.
Eu aprendi a fotografar com câmeras digitais da Nikon na faculdade, comprei DSLRs da Canon e depois migrei para mirrorless da Fujifilm. Meu contato com filme começou bem antes, quando eu pegava a compacta de 35 mm do meu pai quando era criança. Já adulto, testei várias câmeras instantâneas, mas nunca tinha ficado realmente apegado a nenhuma delas até usar a WIDE 400.
