O refogado de alho e cebola é uma herança portuguesa que perpetua em todo o território brasileiro. Coringas na alimentação de toda a população, esses ingredientes nos devem ser usados com cautela nos preparos.
Existe uma lógica importante que mostra por que a cebola deve ir para a panela antes do alho. A chef Juliana Deschamps explica que a cebola possui muita água, e para que a acidez reduza e o dulçor sobressaia, é necessário de mais tempo de cozimento.
O alho vem em seguida. O ingrediente fica dourado muito rápido e libera aroma de forma muito mais intensa que a cebola em apenas alguns segundos.
Quando o alho entra junto ou antes da cebola, há um grande risco dele queimar e escurecer toda a comida. Existe um detalhe que pode simplesmente estragar o prato: quando amarga, o ingrediente solta um gosto forte e desagradável que contamina toda a receita.
É por este motivo que a cebola deve vir antes: ela cria uma base úmida que evita o alho de queimar rapidamente. O sabor costuma ficar mais equilibrado, doce, aromático e nada agressivo.
O refogado, então, pode ser utilizado em preparações do dia a dia ou até em receitas mais elaboradas, passando por culinárias nacionais e internacionais.
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Um post compartilhado por Chef Juliana Deschamps | Receitas Fáceis (@chefjulianadeschamps.receitas)
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