A empresa xAI, chefiada por Elon Musk, não conseguiu barrar o avanço de uma lei nos Estados Unidos contra aplicativos que "tiram a roupa" de pessoas usando inteligência artificial (IA). A decisão foi do juiz Donovan Frank, mas a companhia deve recorrer.
No fim de julho deste ano, a xAI entrou com o pedido para impedir o estado de Minnesota de colocar em vigor uma lei que proíbe aplicativos de criarem montagens sexualizadas usando serviços automatizados. Essas ferramentas são relativamente acessíveis e podem causar transtornos graves às vítimas.
De acordo com a decisão, a xAI não conseguiu comprovar que a lei causaria danos à empresa neste momento, mas reconhece que é preciso debatê-la com mais rigor e decidiu tornar o debate uma prioridade. Até o momento, a companhia não se pronunciou sobre o caso.
"As questões constitucionais levantadas pelas partes são complexas, particularmente quando consideradas no contexto desta nova tecnologia e dos riscos que ela apresenta para o público. Essas questões merecem e receberão uma análise completa", diz o juiz.
Musk e outras IAs criminosas
Criada por representantes dos dois principais partidos dos EUA, a medida foi aprovada por unanimidade e não recebeu outros questionamentos.
