US$ 12,5 bilhões por um time de basquete e quase US$ 3 bilhões por uma fatia de um clube de futebol. Esses são os valores das duas maiores negociações recentes do esporte mundial, que explicam por que bilionários de todo o planeta estão de olho nas arquibancadas.
Por trás dos cifrões, há um ativo que não entra em nenhum balanço contábil: a paixão do torcedor.
Nos últimos meses, o mercado esportivo passou por duas grandes movimentações. O ex-CEO da The Walt Disney Company Bob Iger e o empresário Joshua Kushner compraram o Los Angeles Lakers pelo valor recorde de US$ 12,5 bilhões.
Já o Liverpool, um dos times mais tradicionais do futebol mundial, vendeu 38% de suas ações por cerca de US$ 2,7 bilhões. Entre os compradores do clube inglês está Jeff Bezos, apontado como o quarto homem mais rico do mundo.
A paixão que ultrapassa fronteiras
Nicholas Burridge é inglês e há mais de 20 anos mora no Rio de Janeiro, distante da cidade do seu time de coração, o Liverpool, da Inglaterra. Com jogos transmitidos via streaming, ele não perde uma partida e consegue passar esse amor de pai para filho.
“As crianças antigamente eram só camisas do Flamengo, time local, e agora 80% deles estão com camisas do Liverpool, do Chelsea, do Barcelona”, afirmou Nicholas. “Com certeza o fato de eles conseguirem ver isso pelo streaming e outros canais aumentou o interesse”, completou.
