O ex-oficial do Pentágono Luis Elizondo, que chefiava o AATIP (Programa de Identificação de Ameaças Aeroespaciais Avançadas) dos Estados Unidos, defende em seu livro uma teoria sobre o que faria objetos voadores não identificados (Ovnis) aparecerem com maior frequência em certas áreas do planeta.
Em “Iminente, Os bastidores da caçada do Pentágono a Ovnis”, o norte-americano explica que os agora chamados de UAPs (fenômenos anômalos não-identificados, da sigla em inglês) são atraídos por dois fatores específicos: atividade nuclear e grandes porções de água.
“Tudo isso é bem estranho, mas uma das primeiras observações de nosso grupo foi que os UAPs e a água são como waffles e xarope de bordo: onde está um, está outro. Às vezes, como no caso da mina no Congo ou, como discutiremos mais tarde, em embarcações nucleares no mar, o avistamento de UAPs é associado à tecnologia nuclear e também à água”, diz um trecho do livro.
Pocah brinca sobre suposto Ovni sobrevoando casa: "Vem buscar a gente"
Ex-oficial do Pentágono explica por que o Brasil escondeu casos de Ovnis
Anitta avista supostos OVNIs no céu e mostra em vídeo; assista
“Coincidentemente, toda vez que um reator nuclear derreteu ou uma catástrofe ocorreu, testemunhas avistaram UAPs nos arredores dias ou meses depois. Three Mile Island, Chernobyl e Fukushima serviram como ímãs para UAPs”, afirma o ex-oficial em outra passagem.
Ao longo das páginas, Elizondo apresenta uma teoria que justificaria essa coincidência.
