O cardiologista Brasil Caiado informou ao Supremo Tribunal Federal (STF) que o ex-presidente Jair Bolsonaro teve queixas de cansaço e fadiga em razão da baixa umidade em Brasília. Em relatório, o médico disse que o capitão da reserva foi orientado a reduzir atividades físicas e aumentar o consumo de água, o que teve boa resposta.
“No momento encontra-se bem, mantendo estabilidade hemodinâmica e cardiorrespiratória, porém persistem os efeitos secundários das medicações de ação central, especificamente do quadro crônico de instabilidade no equilíbrio corporal e sonolência diurna”, escreveu o cardiologista.
Segundo Brasil Caiado, a prescrição dos medicamentos de uso regular e continuo ao ex-presdente não foi alterada.
Em relação aos trabalhos de fisioterapia do ex-presidente, Kleber Antonio Caiado de Freitas, fisioterapeuta do Bolsonaro, disse que em sessão realizada no dia 31 de agosto, o paciente manteve-se estável. “Apresentando boa resposta às condutas fisioterapêuticas e atendendo às orientações durante o atendimento”, escreveu.
O fisioterapeuta recomendou a continuidade das atividades.
No último boletim, no final de julho, o ex-presidente não tinha apresentado novas crises de soluço. Na época, ele disse que o capitão da reserva respondeu bem aos remédios administrados para conter os episódios.
