O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou nesta sexta-feira (4) duas ordens executivas voltadas à pecuária americana, com medidas para ampliar a proteção dos rebanhos, aumentar a concorrência entre frigoríficos, expandir a capacidade de processamento e dar mais transparência aos consumidores sobre a origem da carne bovina.
As ações fazem parte da estratégia do governo americano para reconstruir o rebanho bovino do país, que está no menor nível desde a década de 1950. Segundo o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos), as novas medidas dão continuidade ao Plano do USDA para Fortalecer a Indústria de Carne Bovina Americana, lançado em 2025, e à iniciativa “Pecuaristas em Primeiro Lugar”, anunciada nesta semana.
“Nos últimos 19 meses, o USDA trabalhou incansavelmente para defender e promover os pecuaristas do nosso país”, afirmou a secretária de Agricultura dos EUA, Brooke Rollins. Segundo ela, as ações buscam aumentar a retenção de novilhas, ampliar as oportunidades de mercado e modernizar a indústria sem reduzir os padrões de segurança alimentar.
Uma das ordens executivas determina que o Departamento do Interior avalie a possibilidade de retirar ou reclassificar lobos-cinzentos e lobos-mexicanos da lista de espécies ameaçadas de extinção, sendo que esses animais estão sendo responsáveis por atacar o rebanho americano.
