O Santos confirmou no fim da tarde desta sexta-feira, 4, que Neymar teve diagnosticada uma lesão no músculo reto femoral da perna direita. A curiosidade, contudo, está na forma como o clube informou, explicando que “os resultados indicaram uma lesão muscular tipo 2B”.
A nomenclatura é pouco usual em lesões no futebol brasileiro, normalmente classificadas de forma mais simples, como grau 1, grau 2, grau 3 e grau 4.
O departamento de saúde santista adotou o BAMIC (British Athletics Muscle Injury Classification), sistema de classificação britânico, para categorizar a lesão. Neymar sofreu uma contusão grau 2, sem prazo de recuperação divulgado.
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O reto femoral é o principal músculo da coxa e faz parte do grupo do quadríceps, junto com os vastos lateral, medial e intermédio. Para este grau de contusão são necessárias de quatro a seis semanas de recuperação.
No último ano, durante um treinamento também no mês de setembro, Neymar acusou o mesmo problema, diagnosticado pelo Santos como uma lesão na região conhecida como “músculo do chute”. O jogador retornou aos gramados pouco mais de 45 dias depois, em uma partida contra o Fortaleza, em 1º de novembro.
Uma nova lesão agrava ainda mais o histórico de problemas físicos que marcaram a segunda passagem do jogador pela Vila Belmiro.
