O presidente dos EUA, Donald Trump, classificou a guerra com o Irã como algo “insignificante”, a mais recente tentativa de minimizar um conflito de seis meses que provocou uma disparada nos preços dos combustíveis e resultou na morte de 18 militares americanos.
“Muita gente não chama isso de guerra. Eu chamo de conflito militar porque, para nós, é algo insignificante. Não é nada de mais”, disse ele a repórteres no Salão Oval.
Na quinta-feira (3), o vice-presidente americano JD Vance afirmou que o conflito não deveria ser chamado de “guerra”, uma vez que as principais operações de combate terminaram meses atrás.
Trump também descreveu o conflito como algo intermitente e de baixa intensidade, apesar das trocas frequentes de ataques entre os dois lados.
“Eu diria que é intermitente. Sabe, realizamos ataques intermitentes”, disse Trump, acrescentando: “Há muita verdade no fato de que não estamos lutando agora. Não há combates.”
Nesta semana, os EUA informaram ter atingido quase 60 alvos militares nas imediações do Estreito de Ormuz, incluindo instalações de defesa aérea, sistemas de radar, ativos navais, capacidades de lançamento de minas e centros de comunicação, enquanto, simultaneamente, escoltavam navios pela via navegável.
O governo havia sinalizado que estava deixando de lado a estratégia militar para focar em sufocar o Irã financeiramente, aplicando sanções aos seus parceiros comerciais.
