A má condição do gramado da Vila Belmiro provocou um desabafo público de Neymar na última quinta-feira, 3, um dia depois da eliminação do Santos na Copa do Brasil. Ninguém pode ser responsabilizado pela situação além da direção do próprio clube paulista.
PLACAR apurou que a última troca total do campo de jogo do estádio foi concluída em março de 2012, durante a gestão do então presidente Luis Álvaro de Oliveira Ribeiro. O gramado já está “vencido” há pelo menos quatro anos - fato alertado há tempos por especialistas e pela própria empresa responsável pela manutenção, a World Soccer, que apontou a necessidade emergencial de substituição.
O tempo de vida que uma grama natural costuma suportar é máximo dez anos, a depender da região do país. Depois disso, a formação de matéria orgânica na camada de areia impede que o sistema de drenagem funcione corretamente - o mesmo desde 1997, reformado com parte do dinheiro da venda do meia-atacante Giovanni para o Barcelona.
Para a troca necessária, o investimento estimado é de 1 milhão de dólares (R$ 5 milhão pela cotação atual), valor sempre considerado alto e refutado por todas as gestões santistas nos últimos anos.
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Vale dizer que só neste ano o Peixe desenbolsou 3 milhões de euros (R$ 18,1 milhões à época) e 2 milhões de euros (R$ 12 milhões à época) para as contratações dos atacantes Rony e Moisés, respectivamente, atualmente reservas da equipe.
