BRASIL - O Ministério Público Eleitoral (MPE) abriu, nesta sexta-feira (4), uma apuração preliminar sobre eventual abuso de poder e captação ilícita de recursos para fins eleitorais envolvendo o candidato à Presidência da República Renan Santos (Missão).
A investigação foi comunicada pelo vice-procurador-geral eleitoral, Alexandre Espinosa Bravo Barbosa, ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O procedimento teve origem no atraso do candidato para informar as redes sociais que seriam utilizadas na campanha eleitoral.
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Renan Santos deveria ter apresentado os endereços das redes sociais no momento do registro da candidatura, mas completou as informações somente 12 dias depois.
Toffoli chegou a suspender campanha digital
O atraso levou o relator do registro de candidatura de Renan Santos, ministro Dias Toffoli, a suspender parte da campanha digital do candidato.
Na decisão, Toffoli considerou que a demora em informar todos os endereços eletrônicos utilizados na campanha poderia comprometer a isonomia entre os candidatos.
No dia seguinte, porém, o ministro voltou atrás e autorizou novamente as postagens da campanha de Renan Santos.
O episódio motivou uma representação do Ministério Público Eleitoral protocolada no TSE.
