As exportações para a China, principal parceiro comercial do Brasil, subiram 15% no ano, totalizando US$ 77 bilhões, mas caíram 10% em agosto na comparação com iguais períodos do ano passado.
As vendas ao país asiático somam US$ 77 bilhões em 2026. No mês, o valor vendido recuou de US$ 9,36 bilhões em agosto de 2025 para US$ 8,34 bilhões em agosto de 2026. Os dados estão no relatório mensal divulgado pelo Mdic (Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços) nesta 6ª feira (4.set.2026).
Segundo o diretor do Departamento de Estatísticas e Estudos de Comércio Exterior na Secretaria de Comércio Exterior, Herlon Brandão, os números de agosto mostram queda para a China. “Principalmente em produtos como carne bovina, açúcar, minério de ferro e soja”, disse.
De acordo com o ministério, o saldo com a União Europeia avançou. O bloco comprou US$ 37,29 bilhões em produtos, um aumento de 15,0%.
BALANÇA NO ANO
As exportações totais brasileiras somaram US$ 250,86 bilhões no acumulado do ano. O valor representa uma expansão de 10,3% em relação a igual intervalo do ano anterior.
Já as importações totais chegaram a US$ 195,54 bilhões. O número aponta um avanço de 6,1%. O superavit total do país cresceu 28,2% de janeiro a agosto de 2026.
A corrente de comércio atingiu US$ 446,39 bilhões. Houve um crescimento de 8,4% na comparação anual.
