O período de menor precipitação e maior radiação solar no Rio Grande do Sul favorece o desenvolvimento das lavouras de trigo e o avanço do plantio de milho, informou a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater). Nas semanas anteriores, a sequência de dias chuvosos estimulou a ocorrência de doenças fúngicas no trigo, com registros de manchas foliares, ferrugens, oídio e maior incidência de giberela em áreas em fase reprodutiva.
Segundo a Emater, 50% da área de trigo no Estado está no período final de desenvolvimento vegetativo. As parcelas mais adiantadas se distribuem entre as fases de floração, com 33%, formação e enchimento de grãos, com 16%, e maturação, com 1%.
Para a safra 2026, a área projetada de trigo no Rio Grande do Sul é de 814.220 hectares, com produtividade média estimada em 2.701 quilos por hectare. O cenário combina condições mais favoráveis ao desenvolvimento das lavouras neste momento com a pressão sanitária observada após o excesso de umidade registrado anteriormente.
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No milho, a Emater informa que as lavouras apresentam germinação e emergência satisfatórias, com predominância de áreas em estágios iniciais de desenvolvimento vegetativo. A estimativa para o Estado é de plantio em 896.401 hectares, área 7,42% superior à da safra anterior.
