Um novo estudo global, liderado pela Faculdade de Medicina da Universidade Johns Hopkins, nos Estados Unidos, busca tratamentos e uma cura para a hepatite B. A pesquisa conta com a participação de duas universidades públicas do Brasil para iniciar os testes no país.
O consórcio une, além da Universidade John Hopkins, pesquisadores do Brasil, Índia, Senegal e Uganda. As universidades que representam o Brasil são a USP (Universidade de São Paulo) e o Hucam-Ufes (Hospital Universitário da Universidade Federal do Espírito Santo).
O objetivo da pesquisa é observar, a nível celular, o comportamento do vírus em pacientes de diferentes países assim como as respostas imunológicas das pessoas infectadas.
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Durante os testes, serão analisadas também pessoas infectadas ao mesmo tempo por hepatite B e HIV.
A professora do Hucam-Ufes, Tânia Reuter, afirma que o estudo busca eliminar as hepatites virais, e, no caso do Brasil, eliminar a hepatite B como problema de saúde pública até 2030.
Testes no Brasil
O estudo teve início este ano no Brasil e a previsão é que deve durar cerca de cinco anos. Segundo Reuter, no geral, os pesquisadores irão observar 600 pacientes com hepatite B e com a coinfecção por hepatite B e HIV por cerca de quatro anos e meio cada.
