O candidato à Presidência pelo PL, Flávio Bolsonaro, afirmou na 5ª feira (3.set.2026) ser alvo de uma articulação envolvendo os ministros do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes e Flávio Dino e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP).
Segundo Flávio, os 3 teriam combinado alguma “ação ilegal” contra ele com o “único intuito de ‘reagir’ a [André] Mendonça” e desgastá-lo eleitoralmente. Flávio não apresentou evidências para embasar as declarações.
O ministro André Mendonça retirou, na 3ª feira (1º.set), o sigilo de uma ação relacionada à investigação sobre o fundador do Banco Master, Daniel Vorcaro, e às mensagens trocadas com Moraes.
Em postagem nas redes sociais, o senador disse que Moraes e Alcolumbre teriam se reunido na 4ª feira (2.set), em Brasília, e que, nessa ocasião, segundo ele, a articulação teria sido alinhada com Dino.
“Caso se confirme, é a comprovação de que o Brasil virou uma várzea, terra sem lei, onde os que se acham donos do país armam farsas contra seus adversários, acreditando que jamais sofrerão as consequência [sic]de seus abusos”, escreveu.
E acrescentou: “Nós somos o último obstáculo para que o Brasil não vire uma ditadura”.
O candidato também convocou seus apoiadores para manifestações nas ruas na 2ª feira (7.set) e fez críticas ao seu principal adversário na corrida eleitoral, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). “O país não suporta mais 4 anos de Lula”, acrescentou.
