A Minerva Foods esclareceu nesta quinta-feira (3) questionamentos feitos pela CVM (Comissão de Valores Mobiliários) sobre declarações do diretor de Finanças e de Relações com Investidores, Edison Ticle, a respeito da redução da alavancagem e da geração de caixa da companhia em 2026.
A CVM questionou a companhia sobre declarações de Ticle a respeito da possibilidade de redução da alavancagem para 1,7 vez e de geração de R$ 1 bilhão em caixa livre ao longo de 2026.
Em resposta à CVM, a Minerva afirmou que as declarações não foram feitas durante uma apresentação pública destinada a investidores, mas em um evento realizado durante a Festa do Peão de Barretos, em São Paulo. O encontro reuniu colaboradores e teve como objetivo o relacionamento com stakeholders estratégicos.
A companhia informou ainda que disponibilizou à CVM e ao mercado o material de apoio utilizado no evento, classificado como apresentação a analistas e agentes de mercado.
Segundo a Minerva, as discussões sobre alavancagem ocorreram no contexto da apresentação de sua estratégia de desalavancagem e da definição do nível de endividamento considerado adequado para a companhia.
A empresa também afirmou que, ao abordar a utilização de caixa para reduzir a dívida, a administração mencionou a expectativa de evolução da geração de caixa livre no segundo semestre de 2026.
