A implementação da Lei do Combustível do Futuro e os desafios para a transição energética brasileira foram discutidos em seminário realizado pela Comissão Especial da Câmara dos Deputados sobre Transição Energética e Produção de Hidrogênio Verde.
O encontro reuniu autoridades, representantes do setor produtivo e especialistas para avaliar os avanços regulatórios e as perspectivas para a produção de combustíveis de baixo carbono no país.
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Sancionada como um novo marco regulatório para os biocombustíveis e a descarbonização do setor de transportes, a legislação estabelece medidas voltadas à ampliação do uso de fontes renováveis, como etanol, biodiesel, biogás, biometano, combustível sustentável de aviação (SAF), diesel verde e combustíveis marítimos.
O hidrogênio verde também foi apontado como uma das alternativas para a redução das emissões de carbono e para a expansão da participação brasileira no mercado internacional de energia.
“Avançou com a regulamentação do hidrogênio verde, do combustível sustentável de aviação e do diesel verde, que permitiu esses 180.000 ha que estão sendo adquiridos pela Acelen no sertão da Bahia, no norte de Minas Gerais, em Jequitinhonha e em Mucuri para plantar macaúba, para poder fortalecer o agronegócio, para fortalecer o etanol”, detalha o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira.
