A competitividade da tilápia brasileira foi tema de debate nesta quinta-feira (3), durante a oitava edição do Congresso Internacional de Pescado e Feira de Pescado (IFC 2026), em Foz do Iguaçu (PR). No painel sobre preços, custos e rentabilidade, o consultor da Comissão Nacional de Aquicultura da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Eduardo Ono, discutiu fatores que influenciam a produção no país e os desafios da cadeia para competir, especialmente, com produtos importados.
Segundo a CNA, o painel tratou dos aspectos produtivos da tilapicultura e dos pontos de atenção para o produtor, além das necessidades da cadeia como um todo para promover o desenvolvimento da produção nacional.
Durante a apresentação, Ono afirmou que a discussão passa pela ampliação do acesso do consumidor ao pescado. “O que a gente precisa fazer é colocar a tilápia, desejo de consumo para a grande maioria da população, na mesa do consumidor de uma forma mais acessível para atender suas necessidades”, disse.
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O consultor também destacou o Projeto Campo Futuro, iniciativa que levanta os custos de produção da aquicultura nas principais regiões produtoras do país. De acordo com a CNA, essas informações são usadas para apoiar a tomada de decisão dos produtores e o direcionamento de políticas para o setor.
