BRASIL - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o coordenador-geral da campanha de Flávio Bolsonaro (PL), senador Rogério Marinho (PL-RN), trocaram acusações nesta quinta-feira (3) sobre o avanço da proposta que prevê o fim da escala 6x1.
A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) foi aprovada pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado na quarta-feira (2), mas não chegou ao plenário. O governo não tinha segurança de reunir os 49 votos necessários para aprovar uma mudança constitucional.
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Lula atribuiu o adiamento à atuação de aliados de Flávio Bolsonaro, incluindo Marinho. O coordenador da campanha do senador reagiu e acusou o presidente de tentar enganar a população ao defender a redução da jornada sem diminuição dos salários.
Lula acusa aliados de Flávio
Em publicação nas redes sociais, Lula afirmou que a oposição, liderada pelo coordenador da campanha de seu adversário, atuou para impedir o avanço da proposta.
“Enquanto tentávamos avançar com a PEC que acaba com a jornada 6x1 no Senado, a oposição, capitaneada pelo coordenador da campanha do meu opositor nessa corrida presidencial, atuava para impedir o avanço da pauta”, afirmou.
O presidente disse ainda que a população deveria saber quem trabalha pela aprovação da medida e quem tenta impedir uma mudança que, segundo ele, pode garantir mais um dia de descanso aos trabalhadores sem redução de salário.
