O Santos deixou a Copa do Brasil e ganhou uma preocupação de peso para o restante da temporada. Substituído ainda no intervalo do empate sem gols contra o Palmeiras acusando dores no músculo reto femoral da perna direita, a região frontal da coxa, Neymar pode viver um “déjà vu” de um problema antigo que o atrapalhou no fim da temporada.
Na ocasião, durante um treinamento também no mês setembro, ele sentiu o mesmo problema diagnosticado como uma lesão na mesma região chamada de “músculo do chute”.
O Santos não informou a gravidade, mas o jogador só retornou pouco mais de 45 dias depois, em uma partida contra o Fortaleza, em 1º de novembro.
O reto femoral é o principal músculo da coxa. Faz parte do grupo do quadríceps junto com os vastos lateral, medial e intermédio. Se confirmada uma contusão na região, o tempo de recuperação demanda, de acordo com o grau do problema, de quatro a oito semanas.
O problema agravaria ainda mais uma série de contusões musculares que marcaram a segunda passagem do jogador pela Vila Belmiro.
Em 2025, no mês de março, um edema no músculo posterior da coxa esquerda o tirou da decisiva semifinal do Campeonato Paulista, além da convocação da seleção brasileira pelo então técnico Dorival Júnior.
Em abril, teve constada uma lesão no músculo semimembranoso da mesma coxa esquerda. Mais recentemente, antes da disputa da Copa do Mundo, foi diagnosticado uma lesão grau 2 na panturrilha direita.
