O candidato à Presidência da República pelo Partido Democrata, Wilson Grassi, iniciou, nesta 4ª feira (2.set.2026), uma maratona como forma de protesto ao redor do Tribunal Superior Eleitoral, em Brasília. A ação é uma resposta à decisão do ministro Dias Toffoli de suspender os perfis dele no Instagram e no Facebook e os repasses do FEFC (Fundo Especial de Financiamento de Campanha), além de proibir sua participação em debates.
Grassi completou os 42 quilômetros previstos para o 1º dia em cerca de 6 horas. O candidato afirmou que pretende repetir o percurso diariamente enquanto a suspensão não for revertida. O anúncio da maratona foi feito em entrevista ao Poder360, na 3ª feira (1º.set).
No vídeo em que fala da iniciativa, Grassi aparece chamando a decisão de “censura” e afirma que o TSE “matou” sua candidatura. “E o erro que eu cometi aqui foi fazer um post na minha conta pessoal, ao invés da minha conta profissional. Esse erro foi cometido por mais de 3.000 candidatos. E os 3.000 estão aí com o Instagram, com o Facebook, trabalhando, e só eu, hoje, estou com as redes suspensas”, declarou antes de iniciar o percurso.
O candidato classificou a suspensão de seus perfis nas redes sociais como uma “tentativa de silenciar sua candidatura” e atribuiu à corrida um significado de resistência.
“Essa é uma corrida pela liberdade. É uma corrida pela democracia. É uma corrida pelo fim da censura.
