O consumo digital domina o mercado brasileiro de games, e isso mudou o papel do hardware dentro do setor. Segundo a mais recente Pesquisa Game Brasil, apenas 30% dos jogadores do país ainda preferem a mídia física.
Jogos atuais costumam passar dos 100 GB. Isso tornou SSDs e memórias de alta performance itens centrais para manter velocidade e estabilidade na hora de jogar.
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A fabricante norte-americana Kingston, especializada em armazenamento e memória, aponta o cenário como uma mudança estrutural na indústria. A empresa fornece componentes tanto para computadores domésticos quanto para os servidores que sustentam o cloud gaming (os jogos em nuvem), tecnologia que ainda dá os primeiros passos no Brasil.
Armazenamento local virou item de sobrevivência
A comunidade de PC Gaming brasileira consome jogos via download há mais de dez anos e é hoje o principal motor dessa demanda. Rodar títulos que ultrapassam os 100 GB sem telas de carregamento longas exige cada vez mais capacidade e velocidade de leitura.
"O ecossistema mudou, e o papel do hardware foi elevado na ponta do consumidor," afirma o gerente de tecnologia da Kingston no Brasil, Iuri Santos. "O gamer brasileiro de hoje precisa expandir a capacidade de sua máquina local com SSDs NVMe para conseguir abrigar sua biblioteca digital."
NVMe é o tipo de conexão que permite a SSDs atingirem velocidades de leitura mais altas.
